Inglês na Infância


Programas de desenvolvimento do idioma inglês na infância
Turno & Programa Regular

Pesquisas demonstram que, dos 2 aos 12 anos de idade, a criança possui grande capacidade de aprender e se adaptar. Quando se trata da aquisição de um novo idioma, nesta faixa etária a memória auditiva e a capacidade fonológica estão no ápice do seu desenvolvimento.

Nesta faixa etária (quanto mais cedo melhor) crianças ainda possuem flexibilidade fonológica. Elas conseguem reproduzir os sons que escutam exatamente como os recebem. Portanto, a qualidade do idioma inglês a que estão expostas, é fundamental. O contato com inglês nativo possibilita o input necessário para a ampliação da capacidade sonora verbal da criança. O resultado é a habilidade de falar um inglês limpo e perfeito, sem interferência do português.

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A importância do professor

As crianças, mais do que os adultos, precisam de contato humano. Crianças têm grande resistência ao aprendizado artificial, formal e dirigido. Elas só buscam assimilar e fazer uso da língua estrangeira em situações de autêntica necessidade. A abordagem Natural Approah, do linguista Stephen Krashen, reforça que o aprendizado de um idioma acontece através do convívio e da necessidade de se comunicar com o outro. Se perceberem que a pessoa que delas se aproxima fala sua língua materna, dificilmente se submeterão à difícil e frustrante artificialidade de usar outro meio de comunicação.

Nativo x não nativo

Quando o instrutor é um nativo e tem dificuldade com a língua materna da criança, reforça a autenticidade do relacionamento que se pretende construir em inglês. Esta dinâmica possibilita a inversão de papéis, fazendo a criança sentir-se por vezes no lugar de ensinar e, desta forma desenvolvendo a sua autoestima.

Capacidade de assimilar a pronúncia nativa

Importante lembrar que só crianças conseguem assimilar uma segunda língua com pronúncia exata e isenta de desvios, portanto a qualificação do instrutor é de fundamental importância. Se o instrutor falar inglês com sotaque de português, e com os desvios idiomáticos, que normalmente caracterizam aquele que não é nativo, a criança os assimilará provavelmente para sempre. Seria como colocar a gema bruta nas mãos de um lapidador que ainda tem dificuldades em lapidar. Por este motivo, além de uma boa metodologia de ensino, a S&K considera indispensável a presença de um falante nativo nos anos iniciais. Este contato, além de legitimar o uso do idioma inglês, proporciona os estimulos necessários para a ampliação da consciência fonêmica da criança. Ela será capaz de distinguir diferenças sonoras sutis e falar inglês sem sotaque, ou seja, com a mesma equivalência de sua língua mãe.

Nossa experiência com crianças de 2 a 6 anos de idade que participam do nosso programa de educação infantil bilíngue mostra que em 3 ou no máximo 4 semestres, o inglês da criança está no mesmo nível de seu português.

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